Uma das peças chave no ecossistema Bitcoin é a Exchange, ou casa de câmbio. É ela que permite trocar reais por bitcoins e vice-versa.
E, com tamanha responsabilidade, que é a de gerenciar o meu e o seu dinheiro, algumas das piores notícias costumam vir daí: Mt.Gox quebrou, a Bitstamp foi hackeada, e por aí vai. Isso não implica em um problema no protocolo Bitcoin em si, da mesma forma que uma fraude no sistema de home banking do Banco do Brasil não implicaria em um problema na moeda R$.
O entrevistador teve uma conversa com o empresário Rodrigo Souza, presidente da Blinktrade, que é uma empresa que cria plataformas de software e de segurança de Exchanges. Em outras palavras, se você empresário quiser montar uma exchange, pode considerar a plataforma deles como uma opção. Um dos principais problemas que ele endereça é justamente como proteger o usuário de fraudes, e aqui eu me detenho e prefiro que ele te conte.
Nesta entrevista, uma das mais práticas até o momento, o Rodrigo vai te contar:
Como funciona o mercado de exchanges de Bitcoin;
Como os usuários usam uma exchange como banco e porque isso está mal;
Quais os tipos de fraude mais comuns e como a exchange pode proteger os clientes;
O que acontece se os donos ou o funcionário de uma exchange quiserem desaparecer com os fundos dos clientes e o que pode ser feito para evitar isso;
Que cuidados tomar na hora de escolher um exchange.
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